Concurso para Professores 2019: conheça as vencedoras!

20/03/2020

O sucesso de uma ação educativa como CPFL nas Escolas depende de diversos fatores, mas um deles é essencial: o esforço e a dedicação dos professores e professoras em sala de aula. São eles que convidam os estudantes para a jornada do projeto, pavimentam o caminho que será percorrido e conduzem seus alunos e alunas por essa trilha.

Reconhecer esse papel tão importante é justamente o objetivo do Concurso para Professores CPFL nas Escolas – Energia em Jogo. Por meio dele, são premiados os educadores que fizeram as melhores e mais interessantes descrições da Atividade 1 – a atividade inaugural do projeto, que convida os estudantes a fazerem um diagnóstico do consumo de energia elétrica da escola.

Entre dezenas de relatos enviados à Central de Relacionamento, 6 se destacaram nos seguintes critérios: quantidade e qualidade das informações e detalhes fornecidos, se seguiu a proposta e/ou a ampliou, inovação e segurança. 

Muito obrigada a todos os professores e professoras que enviaram seus relatos! Foi um prazer poder conhecer uma parte do trabalho minucioso e dedicado que vocês fazem diariamente!

 

Vencedores do Concurso para Professores CPFL nas Escolas – Energia em Jogo 2019

  • Marlete Barbosa da Silva França
    EM Parque Residencial Regina
    Sumaré
    As crianças fizeram um mural na sala de aula, que preenchiam a cada nova descoberta. Em seu plano de intervenção, sugeriram a venda de equipamentos sem uso que encontraram na escola e a realização de reparos e pequenas trocas nas instalações elétricas para diminuir o desperdício. As crianças também fizeram uma Ledinha de feltro, como a personagem do aplicativo CPFL nas Escolas. Essa Ledinha ficava com cada aluno durante uma semana, e nesses dias a tarefa do estudante era mudar seus comportamentos em casa e na escola e anotá-los num caderno coletivo. Além disso, ela deveria ser levada para passear em dois vizinhos, junto com o caderno, e o estudante apresentava aos vizinhos essa lista de bons hábitos de consumo.

 

 

  • Eleduina Sandra Negrão
    EMEFEI Professora Maria Regina Barbosa Carpim
    Santa Bárbara D’Oeste
    O que mais chamou a atenção dos estudantes foi o fato da escola não ter interruptores individuais de lâmpadas e ventiladores, o que causa grandes desperdícios. As crianças sugeriram que a escola desligue, ao menos, as lâmpadas e ventiladores dos corredores nos períodos em que não há estudantes na escola. Como estratégia de ampliação, realizaram uma aula para os demais colegas da escola sobre eficiência energética, utilizando gráficos para mostrar os impactos do projeto na conta de luz de suas residências e a importância para o mundo de economizarmos energia. A atividade rendeu exposição de maquetes e discussões sobre fontes de energia na Feira Cultural.

 

  • Giovana Sanguino Quibáo
    EM Professora Josefina Chiarini Borghesi
    Rafard
    As crianças descobriram que na escola existem 4 grandes disjuntores, administrados pelos inspetores escolares. A proposta de intervenção foi eleger representantes das salas para ajudar os inspetores a desligar os disjuntores sempre que possível, evitando desperdício. A repercussão foi percebida por toda escola e os estudantes decidiram dar uma aula aos colegas para explicar o que produziu a mudança, em uma tentativa de engajar mais pessoas para a economia de energia elétrica.

 

  • Luciana Aparecida Freitas Sai
    EMEF Professor Jonas Corrêa de Arruda Filho
    Americana
    Os estudantes descobriram que a Sala de Informática não tem ar-condicionado, o que leva os equipamentos a superaquecerem, fazendo com que gastem mais energia e quebrem mais rapidamente. Para solucionar o problema, sugeriram que o dinheiro arrecadado na Contribuição Espontânea da comunidade fosse gasto com a compra e instalação de um ar-condicionado (o que de fato aconteceu) e promoveram outras grandes ações, como uma campanha de reciclagem de tampas plásticas para custear cadeiras de rodar e a realização de uma Festa da Primavera para arrecadar dinheiro e, assim, trocar as lâmpadas convencionais por lâmpadas de LED e instalar células fotovoltaicas no pátio da escola, que mantêm as luzes da escola acesas durante a noite.

 

  • Inês Machado Brasilio Brisola
    EMEIF Professor Luiz Fernando Corrêa Pires
    São Miguel Arcanjo
    Os estudantes se deram conta da quantidade de lâmpadas e ventiladores quebrados na escola e escreveram um ofício para a Secretaria Municipal de Educação e a Prefeitura explicando a situação e solicitando um posicionamento. O principal argumento era que, mesmo sem funcionar, esses equipamentos consumiam energia. A ação coletiva produziu efeitos, já que a Secretaria Municipal de Educação decidiu trocar as lâmpadas e ventiladores apontados no mapeamento como quebrados ou com mal funcionamento.

 

  • Eliana Cristina Terra Feldmann
    EMEF Professora Loide Lara
    Itapetininga
    Os estudantes constataram que não há interruptores individuais nas salas de aula. Eles solicitaram uma mudança nessa estrutura, mas não foram atendidos. Então resolveram realizar outra ação dentro de seu campo de possibilidades: ensinar os demais estudantes, funcionários e comunidade escolar a economizar energia elétrica em casa, a importância dessa atitude para o mundo e os benefícios da geração de energia elétrica a partir do vento e do sol. Para isso, realizaram uma Feira de Ciências com aulas e palestras e conversaram com os colegas durante o horário letivo. Além disso, começaram a fazer rondas na escola para verificar se aquilo que era possível desligar individualmente estava de fato desligado.

 

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